30 integrantes de quadrilha responsável por fraudes bancárias são identificados pela polícia

30 integrantes de quadrilha responsável por fraudes bancárias são identificados pela polícia

Integrantes de uma quadrilha especializada, que movimentou aproximadamente R$ 13 milhões em fraudes bancárias no Rio de Janeiro, foram identificados pela polícia. Acredita-se que o dinheiro era desviado principalmente de idosos e pessoas com grandes movimentações em conta.

30 integrantes de quadrilha responsável por fraudes bancárias são identificados pela polícia
Fonte/Reprodução: original

Na quadrilha há ainda um sargento da PM, dois gerentes de banco, um capitão e um policial civil. Todos os nomes tiveram as prisões preventivas decretadas pelo Tribunal de Justiça do Rio.

Qual é a acusação?

Segundo a polícia, a quadrilha agia principalmente a partir de informações que os gerentes repassavam. Eles ficavam encarregados de apontar para o bando nomes e informações de pessoas que movimentavam altas quantias em aplicações e contas.

Após receber as informações necessárias, eles desviavam talões de cheque e faziam os saques. Também usavam um software para clonar cartões e realizar compras de empresas que eram de membros da própria quadrilha ou eram criadas em nome de laranjas. 

Como se deu a identificação?

A ação, nomeada de Operação Veritas, contou com a ajuda do Ministério da Justiça e Segurança Pública para identificar o bando. A finalidade da operação também foi cumprir 15 mandados de prisão, 17 de busca, apreensão e um bloqueio de quase R$ 13,5 milhões nas contas bancárias dos suspeitos. 

Como funcionam os golpes?

O grupo criminoso realizava saques fraudulentos se passando pelos clientes, em grande maioria idosos, e efetuavam desvios de cheques e recebimento de pensões.

A quadrilha era altamente estruturada e seguiam à risca na divisão de tarefas. Foi apontado existirem pessoas no bando que sacavam os cheques falsificados e a outra parte usava um software importado que acelerava a liberação de cartões clonados.

O sucesso do grupo dava-se principalmente por contarem com a ajuda dos gerentes, que tinham como papel, apontar as vítimas em potencial para o plano. Os policiais auxiliaram na hora de transportar o dinheiro roubado.

Marcelo Rubioli, juiz da Primeira Vara Especializada da Capital, confirmou o confisco de bens móveis e imóveis dos integrantes. Além disso, também houve o bloqueio de nove contas bancárias. 

Todos os investigados foram indiciados por crimes como lavagem de dinheiro, estelionato e organização criminosa. De todos os nomes citados até o momento, um oficial da PM é o único foragido.

 

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