Sociedade brasileira de infectologia

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Na década de 1970, a Associação Brasileira de Medicina Tropical (SBMT) representava doenças infecciosas e parasitárias em todo o país, reunindo profissionais de diversas áreas afins e pesquisadores da antiga medicina tropical. O termo é usado para se referir a instituições europeias conhecidas que estudam doenças que ocorrem em suas colônias africanas e treinam profissionais para lidar com as chamadas doenças tropicais. Embora algumas doenças estejam localizadas apenas em regiões tropicais quentes, o nome ainda persiste em muitos institutos brasileiros.

Os primeiros passos da SBMT

A SBMT passou a atentar para as principais endemias no Brasil, como esquistossomose, doença de Chagas, leishmaniose, hanseníase, picadas de cobra e doenças fúngicas profundas. Naquela época, grandes pesquisadores surgiram e se reuniram nesta associação. No entanto, com o advento de enfermarias específicas e a necessidade de consultas especializadas na fronteira com DIP ou IM, aumentou o interesse em doenças infecciosas e parasitárias (DPI) ou doenças infecciosas (MI) com grande preocupação clínica.

Cada vez mais profissionais não encontram espaço suficiente no SBMT para discutir questões clínicas em infectologia, antibióticos, vacinas, infectologia pediátrica, bacteriologia e virologia clínica, comitês de infecção hospitalar e outras atividades relacionadas. Portanto, a demanda por uma sociedade voltada para as clínicas começou a surgir.

Sob a liderança de um professor durante o Congresso Brasileiro de Medicina Tropical em Natal em 1980. Ricardo Veronesi (Ricardo Veronesi) reuniu-se no andar de cima do antigo Hotel Ducal (que não existe mais) e reuniu vários professores renomados, como Giselda Trigueiros (Natal), Milos Law Baransky (PR), Rudolf Teixeira (BA), Walter Tavares (RJ), Paulo Augusto Ayrosa Galvão (SP)), Arari da Cruz Triba (SP), Hélvio Auto (AL), Egomar Edelweiss (RGS), Willian Barbosa (GO), Jayme Neves (MG), etc., acompanhados por muitos jovens médicos promissores que começaram a carreira e decidiram criar a Sociedade Brasileira de Infectologia.

Através da proposta do professor. Ricardo Veronesi unifica os termos medicina tropical, patologia tropical, doenças infecciosas e parasitárias, doenças infecciosas, parasitárias e doenças infecciosas em INFECTOLOGIA e replica as infecções crescentes no profissional de doenças dos Estados Unidos. A comissão interina foi criada em 1981, e seu primeiro congresso nacional foi realizado em Camboriú, no estado de Santa Catarina, e foi um grande sucesso, desde então, os congressos acontecem a cada dois anos. O comitê provisório entra em vigor. As Sociedades Nacionais foram estabelecidas rapidamente. A primeira grande vitória da SBI foi a única associação reconhecida pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Federal de Medicina para a profissão, porque a SBMT e outros menores são não profissionais, e estão autorizados a exercer as profissões que receberam o título de especialistas. Verificar.

Conheça a história do Dia do Infectologista

“Belo Horizonte, 27 de novembro de 2005: congresso da SBI, durante o 14º Congresso Brasileiro de Doenças Infecciosas. Por proposta do nosso colega Francisco Orniudo Fernandez da Paraíba. Fernandes), aprovou a instituição do“ Dia Nacional dos Epidemiologistas”e encaminhou a definição da data correspondente para a Comissão de Revisão A Comissão de Revisão aprovou e aprovou a data de 11 de abril, ou seja, Emílio (Emílio) nasceu em Ribas, é um conhecido médico e é reconhecido como um dos pioneiros no área de doenças infecciosas no Brasil.

Em 2006, o “Dia Nacional dos Epidemiologistas” foi celebrado pela primeira vez. A Diretoria da SBI realizou reunião solene em São Paulo, na qual foram apresentados os detalhes da Lei nº 6891/06 proposta pelo Médico Associado Federal Jamil Murad, que foi rapidamente elogiada pelo Comitê de Educação e Cultura da Câmara Federal de Comércio.

Incentive todas as empresas conjuntas a iniciarem esta comemoração localmente, tornando-a um evento anual rotineiro e construtivo, incluindo interação com a comunidade. Desde 2007, a Federação SBI foi incluída nas atividades comemorativas de seu estado, e a partir daí propôs o tema: “Epidemia Oculta da Hepatite C-A”. Um banner foi enviado eletronicamente a todos os membros, sugerindo uma homenagem ao Dia Nacional das Doenças Infecciosas. O SIERJ espalhou outdoors pelo Rio de Janeiro para divulgar o evento.

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