Quando se compra um computador, celular, máquina fotográfica, seja o que for, uma das maiores preocupações dos usuários é a qualidade da memória secundária, já que ela determina a quantidade de arquivos que poderão ser armazenados.
Durante anos de desenvolvimento tecnológico, vários tipos de materiais foram acoplados no universo da informática, o que permitiu que ela se desenvolvesse a níveis assustadores. Hoje, veremos a definição de memória secundária e analisar toda a sua evolução, bem como seu funcionamento.
O que é Memória Secundária?
Para começar, vamos comentar sobre o que seria memória secundária. Este tipo de memória é próprio para armazenamento permanente de arquivos de um sistema, mesmo que ele não esteja ligado, ou seja, sem energia elétrica.
Por funcionar na ausência de energia, também chama-se a memória secundária de não volátil. Ela é tão importante para o sistema que durante anos, vários aparelhos se desenvolveram com a função de expandir a quantidade de arquivos gravados, como será visto mais para frente.
Tipos Memória Secundária atuais
Atualmente, os tipos de memória secundária mais conhecidas são os pen drives, discos rígidos, SSDs, CDs e outros componentes que se desenvolveram. Agora que você já entendeu qual a essência da memória secundária, podemos comentar acerca de sua evolução nos tempos no próximo tópico.
A evolução da Memória Secundária
Como toda a tecnologia do mundo, a memória secundária também passou por diversas transformações com o objetivo de melhorar seu funcionamento.
O primeiro disco rígido, lançado em 1973, tinha capacidade apenas para 30 mb de armazenamento, muito menos capacidade em comparação a atualmente. Com isso em mente, vamos conferir mais alguns exemplos da evolução da memória secundária.
Fita Stream
Esse pode ser considerado o início da memória secundária, já que é um recurso bem antigo, mas que cumpre a ideia de segurar dados mesmo com a ausência de energia. São as chamadas fitas K7, que armazenam quase tudo.
Fita Dat
O funcionamento dela é quase o mesmo de sua antecessora, mas com uma atuação melhor, capacidade que chegava até 80 gb e, por fim, preços menores, já que foi desenvolvida pela Sony, a fim de concorrer com a fita DDC da Philips.
Disquete ou disco flexível
A partir dos estudos para o desenvolvimento do disquete, muitas coisas no mundo da tecnologia começaram a mudar, pois era possível um armazenamento de dados em um componente bem pequeno.
Entretanto, o disquete caiu em desuso por possuir uma pequena capacidade de armazenamento, de 1.44 mb no máximo. Mas seu legado passou adiante, como veremos.
Disco rígido
Como já foi comentado, o disco rígido teve a sua primeira versão lançada em 1973 e com o desenvolvimento dos computadores e máquinas eletrônicas, os criadores optaram por desenvolvê-lo na mesma medida. Atualmente, é fácil encontrar discos rígidos com capacidades altíssimas, mas com a mesma essência de armazenar os dados em massa.
CD-Rom
Esse tipo de memória secundária ficou muito conhecida pelos gamers, os tão famosos CDs. Compact disc read only memory é a tradução da sigla CD, que é um componente de armazenamento e somente de leitura pelo usuário.
Devido ao seu pequeno formato, era bem comum a utilização de vários CDs, antes da vinda de pendrives e cartões de memória.
CD-r
Para finalizar, o componente mais utilizado pelos músicos, o CD-r. Basicamente ele tem funcionalidades parecidas com as de um CD-Rom, com foco maior para a gravação de músicas, com a diferença de que o CD-r só deixa gravar dados uma única vez, o que não permite possíveis alterações depois.
Com isso, fechamos as ideias por aqui. Esperamos que agora você tenha maior noção sobre a memória secundária e sua evolução em torno do tempo. Caso tenha curtido, ajude a divulgar para outras pessoas que gostariam do conteúdo e volte sempre ao site para mais textos do tipo!