Financiar a casa própria: Quais os documentos necessários?

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Uma das etapas mais difíceis na hora de financiar um imóvel é reunir toda a documentação da sua casa própria. Afinal, passar por todos os trâmites burocráticos pode levar tempo e ser caro. No entanto, este documento serve como garantia para compradores e vendedores e é uma forma de garantir uma transação limpa e transparente.

Por esse motivo, é necessário se entender completamente antes de iniciar qualquer processo de financiamento. Afinal, isso evita várias idas e vindas à instituição bancária.

Pensando nisso, preparamos um guia básico para você usar imediatamente.

Como funciona o financiamento da casa própria?

Você pode financiar seu imóvel de várias maneiras. Cada um deles tem seus requisitos e peculiaridades. Para você ter uma ideia de qual é melhor para sua situação, explicaremos abaixo como eles funcionam.

Financiamento pelo FGTS

Esse é um dos métodos mais comuns no Brasil, pois todos os que firmam contrato formal pagam para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Ele pode ser usado para diversos fins, mas seu objetivo supremo é ajudar os trabalhadores a conquistar seus lares.

Esse financiamento faz parte do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Como projeto social, possui limitações no valor do imóvel e nas propriedades de liberação de crédito. Eles estão em constante mudança e você sempre precisa verificar suas condições antes de iniciar um empréstimo.

As taxas de juros também são pré-determinadas, ajudando você a ganhar mais previsibilidade financeira. São quase sempre inferiores ao que as instituições bancárias praticam no mercado. No entanto, dependendo da situação, outro programa social pode lhe dar mais benefícios – como a Casa Verde e Amarela (antiga Minha Casa Minha Vida).

Financiamento por meio de Programa Habitacional do Governo

O MCMV é considerado o maior programa habitacional governamental da América Latina. Ao longo dos anos, milhares de brasileiros utilizaram esse recurso para conquistar suas propriedades.

Sua principal diferença são os subsídios consideráveis ​​para as faixas de renda qualificadas, que podem vir de diferentes formas, como taxas de juros mais baixas. Por isso, tornou-se o método mais popular de financiamento imobiliário. No entanto, é sempre importante ficar de olho em seus critérios enquanto o governo reavalia o programa.

Atualmente, o programa foi reformulado pelo governo federal sob o nome de Casa Verde e Amarela, com novas taxas de juros e faixas de renda, além de regularização fundiária e melhorias habitacionais. Somente aqueles com renda familiar igual ou inferior a R$ 7.000,00 podem solicitar financiamento. Além disso, ele é dividido apenas em três faixas de renda, diferentemente do MCMV, que possui quatro faixas de renda.

Ambos os regimes oferecem vantagens e facilidades de financiamento, como possibilidade de subsídio, prazos mais longos, juros mais baixos, serviços profissionais, utilização do FGTS, etc., facilitando a aquisição de imóveis pelo público.

Financiamento pelo SBPE

O sistema de poupança e empréstimo do Brasil também oferece linhas de crédito sem restrições de renda. Isso facilita o acesso de um público mais amplo. No entanto, de todas as opções que discutimos aqui, geralmente tem a maior taxa de juros.

Quando o valor do imóvel estiver dentro da faixa do SFH, a taxa de juros anual não poderá ser superior a 12%. No entanto, para imóveis que ultrapassem um valor pré-determinado, a taxa pode ser maior e não há restrições legais. Observe que as instituições bancárias não podem cobrar taxas de abuso.

Financiamento pela construtora

Esta é uma forma que tem crescido rapidamente nos últimos anos para o ajudar a conquistar o seu sonho da casa própria. Nesse caso, a construtora que executa a obra oferece uma linha de crédito. Portanto, há mais flexibilidade na negociação, pois eles são livres para escolher o modelo.

Na maioria dos casos, esses termos são muito atraentes e podem incluir benefícios como taxas de juros mais baixas, descontos em adiantamentos, parcelamentos, etc.

Qual é a documentação necessária para o financiamento da casa própria?

Para cada etapa do financiamento, a instituição financeira responsável exige diversos documentos específicos, que podem variar de empresa para empresa. Em geral, porém, em qualquer tipo de financiamento, os documentos de propriedade da casa mais importantes são:

Documento de identidade (RG);
Fundo de previdência;
certidão de nascimento ou certidão de casamento;
prova de endereço;
contracheque mais recente;
registro de trabalho;
imposto de Renda;
Extrato bancário.
Eles mostram aos credores sua renda e sua capacidade de pagar sua hipoteca. Além disso, eles ajudam a verificar sua identidade para evitar riscos potenciais.

Você também precisa saber a validade de determinados documentos. Alguns nunca expiram, como CPF e carteira profissional. Desde que estejam em boas condições, podem ser usados ​​mesmo que sejam antigos.

Por outro lado, algumas pessoas precisam se mexer com os tempos para serem aceitas pela instituição. Os principais casos são comprovante de endereço e comprovante de renda. Normalmente, as empresas exigem que eles sejam lançados no máximo três meses atrás.

Além disso, para evitar idas desnecessárias ao banco, é necessário garantir que os documentos emitidos tenham todas as características de verificação necessárias, como números de identificação para o imposto de renda.

Não há padrão quanto ao tipo de documentos necessários.

2 Comentários
  1. […] propósito do MCMV é facilitar a compra de casas e apartamentos para pessoas de baixa renda, cujo financiamento vale para quem tem renda familiar mensal de até R$ 7 […]

  2. […] isso, entende-se que o financiamento de uma casa própria ou apartamento pelo Minha Casa Minha Vida vale para famílias que apresentam renda familiar mensal […]

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