Brasileiros buscam ativos no exterior graças a instabilidade gerada pela pandemia

A pandemia afetou a economia de forma drástica e brasileiros optam por investir no exterior!

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O setor financeiro foi afetado no ano de 2020 pela pandemia de Covid-19, deixando a economia de pernas para o ar. No entanto, é preciso lembrar que bem antes de todos precisarem viver o novo normal, a crise financeira já existia no Brasil.

Como essa instabilidade afetou o mercado de ativos?

O consumo despencou e isso trouxe uma instabilidade para os mercados de ações, porém isso acabou se tornando um interesse na principal categoria de fundos. No primeiro semestre de 2020, o valor líquido subiu para R$ 799, 7 bilhões, possuindo alta de 38,4%.

Quando crises sanitárias acontecem pode ser possível notar que há uma retraída econômica no mercado e dessa forma, as quedas ocorrem não só no Brasil como em outros países.

Em março de 2020 a crise financeira foi drástica ao ponto de ser necessário acionar 6 circuit breakers, que é uma mecânica com fins de segurança para parar operações da Bolsa de Valores no Brasil. Isso ocorre quando as ações já negociadas tem crises que afetam os valores.

Os valores altos e baixos a cada mês começou a se tornar problemático para a Bolsa de Valores brasileira. A última vez que houve preocupação, foi no ano de 2008 com a crise internacional mais conhecida como Subprime, portanto, nota-se que a crise de Covid-19 é mais séria e preocupante.

Com a quarentena a todo vapor tanto no Brasil quanto em outros países, os comércios, fábricas e dentre muitos outros foram obrigados a fecharem suas portas até que o grau de periculosidade diminuísse. A preocupação a partir disso, era com a economia e como será nos próximos anos.

Quais as maiores mudanças ocorridas no mercado?

A Comissão de Valores Imobiliários consideram fundos que estão a investir no exterior, aqueles que fazem aplicações de 20% ou mais. No entanto, há restrições para investidores que possuem qualificações que aplicaram mais de R$ 1 milhão ou investidores que sejam profissionais e tenham certificação técnica.

No final do ano passado, houve uma audiência com algumas propostas visando uma flexibilização para aqueles que são do varejo poder investir. Este setor se prepara para receber clientes futuros, tendo como novidade a redução dos fundos R$ 25 mil para R$ 1 mil.

Uma gestora que está otimista criou há um ano e meio o fundo Dahlia Global Allocation FIC FIM, possuindo 80% dos ativos aplicados apenas no exterior e conta atualmente com um patrimônio de R$ 750,00 milhões e cerca de 10 mil ativos.

Essa estratégica torna-se em se manter uma posição mediana de 30% com ações compradas, com foco em companhias dos Estados Unidos e operar com essas moedas e ouro que serão importantes caso o dólar comece a oscilar.

Os fundos de diversos investidores aumentou de 2020 para 2021, gerando otimismo por quem faz a distribuição dos fundos. No mês de março do ano passado eram cerca de 21 fundos e neste ano subiu para 49. É dessa forma que o mercado exterior nota o potencial do mercado brasileiro, no entanto, os valores do exterior ainda são superiores aos do Brasil.

Para alguns, a recomendação a ser seguida é de ficar de olho no mercado de criptomoedas que oferecem ótimo rendimento e são mais alteráveis que as próprias ações.

O que é o mercado de ativos?

Para facilitar o termo “mercado de ativos”, pode-se entender que funciona como algo de valor comercial: uma coisa que pode ser negociada entre duas pessoas. São pequenas ações de uma empresa a se tornarem negociáveis.

Esses ativos possuem uma renda fixa a partir de quando é uma taxa fixa. A remuneração só será definida durante a aplicação, ou seja, pode ser feito da seguinte forma: prefixado e pós-fixado.

Previsões para a economia

Mesmo com a visão pessimista por parte de algumas projeções no mercado financeiro, é possível perceber que há certo otimismo. Pode parecer ser impossível reconstruir todo o mercado de finanças, mas creem ser possível.

As taxas básicas de juros são maiores em 2021 e a economia apenas conseguirá se recuperar quando a população estiver parcial ou totalmente vacinada.

No entanto, a economia perdurará com um grande efeito devastador por mais tempo, e isso cabe aos que governam não usar de maneira desnecessária das finanças para segurar o consumo em torno da economia. Tudo é de forma temporária e mesmo com a crise instaurada, será possível ver a economia crescendo mais uma vez.

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